sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

23/10/12

A sociedade da insegurança e a violência na escola 





A violência não é um tema recente, pode ser vista por gerações e tratada de diversas formas como exemplo prático de remotas formas de violência vimos o filme A guerra do fogo de 1981, que conta a luta de sociedades primitivas pela manutenção e obtenção do fogo, como fonte de calor e poder.



Em um contexto histórico é possível identificar a violência com clareza, na escravidão, na relação entre gêneros - a sociedade patriarcal e a opressão da mulher -, na divisão de classes com a exclusão de grande parte da população ao básico necessário para o seu bem estar, na humilhação e discriminação pela diferença dentre outros.

Conforme Schiling a violência pode ser escancarada e notada claramente, caso da violência física ou pode ser psicológica "... as violações dos direitos humanos individuais ou coletivos são vistos, progressivamente, como dimensões da violência." (p. 39)

Para descrever uma situação prática de violência social foi elaborado um texto em aula que segue:

A história de Abadia

No ano de 2051, acontecia na Carolina do Sul-EUA a conferência internacional sobre "Globalização da Língua". Convidados de todo o mundo estavam presentes, entre eles estava Abadia Sahade, uma jovem de 30 anos de origem libanesa, formada em letras e pós doutorada em linguagem universal um dos principais nomes do tema em escala universal.
Abadia, logo que desembarcou nos EUA já começou a sofrer humilhações decorrentes de sua origem.
No aeroporto o responsável pela imigração fez ela se despir, pois duvidava que ela fosse o que realmente dizia ser. Após esse constrangimento, Abadia se direcionou ao congresso, onde não diferente do aeroporto, continuavam suas humilhações; foi contestada por um repórter sensacionalista, teve que responder perguntas de cunho machista e preconceituoso, onde focava o ocorrido em 11 de setembro de 2001.
Abadia se sentia cada vez mais oprimida e humilhada, porém, sua apresentação no congresso foi digna de uma aclamação fervorosa da plateia, mídia e autoridades internacionais presentes, que reconheceram seu conhecimento e sua contribuição para a sociedade.
Abadia foi noticiada em capas de jornais do mundo todo e mostrou a todos que a reprimiam, tanto por ser mulher quanto por ser muçulmana, que através da língua podemos um dia sermos tratados como iguais.

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